Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
Em Sintra ...

... as flores continuam a sorrir!

 

 

Flores amarelas, sorrindo no meu caminho

 

Mesmo que as flores tenham, para nós, um sorriso amarelo, é um sorriso lindo, também, pois elas, sorrindo, estão a comunicar connosco e, os seus meios de comunicação existem no espectro do arco-íris.

 

 

Elas foram colocadas, no meu caminho, pelo meu amigo Apolo que vai sorrindo também

 

Mas as flores sorriem porque o meu amigo Apolo sorri também. Ele espreita por entre as árvores e comunica com elas, ensinando-as a sorrir para mim. Ele fornece-lhes tudo o que necessitam para comunicar e, por vezes, ele sabe que o Ventor tem necessidade de ver sorrir as flores. Assim, este domingo, o Ventor apeteceu-lhe caminhar por Sintra, entre estas belas flores de Outono. Mas Apolo aí está a sorrir também, acompanhando as flores.

 

 

Elas vão sorrindo e conversando sempre, procurando animar as minhas caminhadas

 

Cada uma delas, vestida de amarelo, de rosa, de azul, de branco, de ... se enfeitava, com o que melhor tinha e comunicava sorrindo!

 

Por isso, eu gosto de caminhar por Sintra porque, por lá, eu tenho sempre quem comunique comigo e quem sorria para mim!

 

Deixem que as flores vos sorriem!



publicado por Ventor às 21:46
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Nenúfares em Belém

 

Como os Nenúfares sorriram para mim, junteio-os a outros sorrisos

 

 

As flores sorriem mesmo. Até os nenúfares com os pés molhados!

 

 

Este branco rosadinho, contava-me histórias de namorados

 

 

Estes até estavam amarelos de verem tantos japoneses

 

 

Estes ficaram vermelhos de olharem tantas sevilhanas e disseram-me que queriam ficar com bolinhas brancas redondas. Queriam!

 

 

Estes estavam apaixonados por umas belas castelhanas

 

 

E este estava envergonhado com o que via à sua volta e ficou vermelho a contar umas histórias ao Ventor

 

Mas lá que os nenúfares são belas flores sorrindo, lá isso são!


sinto-me: como um nenúfar
música: California Dreams - The Mamas & The Papas
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Domingo, 19 de Abril de 2009
As Flores das Giestas

Belezas amarelas!

Quero deixar-vos aqui as flores amarelas das giestas verdes e quero, com isso, prestar a minha homenagem, aqui neste cantinho, no blog das Flores da Vida, às gentes das minhas aldeias do norte de Portugal e, em especial à gente de Adrão que, comigo, experimentou as agruras acres das giestas da vida.

 

Hoje, enquanto tirava estas fotos, lembrava-me das nossas giestas da Assureira, daquelas giestas do Curral Coberto, das giestas dos montes de Bordença e das giestas da Saramagueira, entre outras. Lembrava-me também como era dura a vida das nossas gentes na produção da energia para levarmos a sopa ao pote. As giestas eram uma das nossas fontes de energia, tal como a urze (as chamiças), os torgos das urzes, as axas dos carvalhos (ou os velhos canhotos) e tudo que podia fornecer a tão desejada energia.

 

Por isso e como elas são tão lindas, embora em muitos sítios uma praga, olhando as flores das giestas e apreciando a sua beleza, eu recordo-me de vós e faz-me sentir que, tal como eu, muitos de vós, conhecedores do sabor acre das giestas, ainda se recordarão delas.

 

Servem elas, também, para deixar aqui, para todos vós, um grande abraço bem do fundo do coração e pedir ao Senhor da Esfera para não esquecer os nossos montes e as suas gentes.

 

 

A flor da giesta leva um abraço para todos e se a imagem virtual levasse também o cheiro, podem crer que passei um belo pedaço da minha manhã dentro de um frasco de perfume em que a giesta predominava 

 


sinto-me: amarelo como a flor da giesta
música: Ave Maria, cantada por Pavarotti
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publicado por Ventor às 22:33
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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Papoilas cantando

Hoje apeteceu-me prestar a minha homenagem às papoilas!


I Cant Help Myself (Sugar Pie,Honey Bunch) - Four Tops

 

A papoila é uma das flores mais populares e mais belas dos nossos campos, pelo menos, por este país mais a sul.

 

Como são belos os campos salpicados de papoilas pelo Alentejo! Como são belas aquelas manchas vermelhas e como são belas as cotovias subindo na vertical e cantarolando sobre as papoilas!

 

Há dias que, rodando as minhas tristezas pelo IC19, eu observava pela janela do carro um belo pedaço de terreno cheio de papoilas. Esse pedaço de terreno faz parte das hortinhas que alguém cultiva, ajardinando as descidas de terreno sobre o IC19. Ora são as couves, ora são as batatas, ora são as favas, as ervilhas ou ... neste caso, as papoilas que, naturalmente, fizeram ali o seu santuário!

 

Todos os dias que lá passo faço os meus olhos saltitar e deitarem-se sobre aquele lençol pintalgado de verde e vermelho. Pedia à dona do Quico para fotografar as papoilas, mas o IC19 é aquele inferno que todos conhecemos onde não é permitido encostar e a dona do Quico via as papoilas ficarem sempre para trás.

 

Hoje, regressando de Lisboa, fui beber mais um café ao Borel e, de repente, pensei que era o dia certo para o meu encontro com as papoilas. Bebi o café e dirigi-me em direcção de Lisboa, entrei para Alfragide, virei para a Reboleira e fui por trás do local das papoilas. Deixei a dona do Quico no carro e fui pelo trilho dos machambeiros até fazer com que os meus olhos beijassem por algum tempo aquelas belas papoilas. Só não desci a pequena encosta para não pisar as machambas, mas mandei a minha máquina ir até lá e ela rebocou-me as papoilas até me encherem os olhos daquela beleza vermelha.


sinto-me: voar na vertical, como a cotov
música: I Can't Myself - The Four Tops
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publicado por Ventor às 22:15
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
Voltei ao sítio rosa

Voltei ao sítio rosa, um dos sítios de olaias rosadas, no nosso Planeta Azul.

 

-------------------------------------------------------------- Dsta vez a Dona do Quico quis matar saudades e cuprimentar as árvores vestidas de rosa. Tirei-lhe várias fotos mas ela não conseguiu sorrir perante a câmara entre aquelas árvores rosadas!

 

As dores eram muitas e até me pareceu que o sorriso era proibido!

A "rede" que o detinha era enorme e interpunha-se entre o passado airoso e o presente cheio de dôr. Eu sonhei que voltara a vê-la sorrir entre as olaias, mas na vida real não deu. Pedi-lhe para ir comigo às olaias  e ela foi, mas com sacrifício, e não era assim que eu gostava que ela fosse!

 

Eu queria vê-la entre as olaias a sorrir, mesmo que apoiada na sua limusine. Mas não deu! Eu gostava que ela ouvisse os pica-paus, mas os pica-paus não estavam por ali. Ela partiu para o carro e mal partiu, os pica-paus apareceram para cumprimentar o Ventor. Ela seguia no piso de terra de muitos sonhos, os pica-paus voltaram e eu descarregava a minha terrível frustração no obturador da máquina, olhando as árvores rosa.

 

Até aquele sorriso bonacheirão do meu amigo Apolo ficou triste, tal como eu. Fiquei ali a ouvir os pica-paus e a disparar a minha máquina sobre as flores rosadas e as folhas verdes lindas das olaias. Quem sabe, não muito longe, só as verei nesta janela!



publicado por Ventor às 23:49
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Sábado, 28 de Março de 2009
Olaias

Hoje apetece-me falar das olaias. Podem vê-las neste link.

 

Que melhor árvore para se falar aqui no blog «Flores da Vida»?

Depois de caminhadas seguidas entre elas e hoje numa caminhada de três horas, comecei a pensar que vos devia falar aqui destas belas árvores - as olaias.

 

As olaias são árvores que eu só conheci tarde porque, lá pelas minhas Montanhas Lindas, não as havia.

Em tempos, eu corria sob as copas das árvores e, debaixo dos meus ténis, o trilho era de terra. Eu subia e descia aqueles trilhos com grande facilidade e os meus ténis pareciam ser movidos a rockets. O cheiro do arvoredo, das ervas, dos matos e da humidade da terra, era agradável. A frescura de dias de final de inverno e início da Primavera impulsionava-me. Mais uma volta ao circuito, em plena corrida. Era assim sempre. Eu corria para a frente e as árvores dirigiam-se para a minha rectaguarda em grande velocidade. Num ápice, eu voltava a passar no sítio rosado. À esquerda árvores e matagal, na minha vertical olaias e outras árvores, à direita ervas e árvores mas, alcandorada sobre as ervas e encostada ao muro, observando tudo como uma deusa, uma bela olaia toda florida. Para mim, as olaias, eram apenas árvores com flores e nada mais.

 

 

Uma olaia florida em Queluz

 

As outras olaias misturavam-se com as outras árvores e, aquele pedacinho de mundo, até me parecia uma salada de árvores a embelezar um qualquer outro Edem. Em várias passagens, pelos tempos floridos, todos os anos olhava de soslaio aquelas belas olaias. A pequena aragem, às vezes, tornava-se mais viva e começava a pôr-se um ventinho. As ramas das árvores dançavam à minha passagem e os duendes lançavam pétalas das olaias sobre a minha cabeça, mas eu não ligava a nada. Só queria movimentar as pernas. A tudo olhava mas a nada ligava. Nem às olaias! 35 minutos para ir de casa até lá em corrida de cross, mais 3 voltas ao circuito e outros 35 minutos para o regresso. Era uma estafa alegre!

 

Assim foi durante anos. Mas um dia, notei que os ténis começavam a ter as solas feitas com chumbo. Pelo menos assim parecia. Os 35 minutos para cada lado foram substituídos pelo carro, o circuito começou a parecer bem maior e a corrida transformou-se em caminhada acelerada até à aproximação do primeiro cansaço, quando a desaceleração se começa a transformar em caminhada de observação.

Assim, com maior pausa na passada e mais acuidade na observação de tudo o que me rodeava, fui levado a observar, com mais tempo, a beleza envolvente.

 

 

A mesma olaia florida em Queluz

 

Assim era, até que um dia parei para olhar bem olhado o que me rodeava. Eu parei! E parei num dia lindo depois do Senhor da Esfera me atormentar com a coluna. A minha coluna permitia-me esquecer das minhas pernas e observar tudo com mais cuidado. Num belo dia, voltei ao circuito com saudades, caminhando lentamente. Havia uma aragem que foi crescendo e se transformara num vento ligeiro. Eu olhava as olaias floridas e comecei a perceber que o mundo se tornava triste, mas reconhecia que ele era ainda belo. Então, pensando como não damos valor às coisas belas, porque não podemos alcançar tudo, comecei a observar melhor as olaias. Algo começou a cair sobre a minha cabeça, nessa paragem. O trilho de terra tinha-se transformado, em minutos, num tapete rosado. Eu observava a bela olaia velha e notei que ela me observava a mim com o mesmo afinco.

 

Aproximei-me da olaia, toquei-lhe o tronco velho e ficamos assim juntos por bons e largos momentos. Olhei em volta e reparei nas outras olaias. Do silêncio da mata, do meio delas, saíram vozes amigas. Eram vozes dos duendes.

Nessas vozes uma se destacou:

«Nunca esqueças os carvalhos Ventor, mas vai reparando também em nós e vê como nos sentimos bem entre as olaias. Repara como a beleza é multifacetada, Ventor! Observa bem estas olaias e, um dia irás recordá-las como hoje recordas os carvalhos da tua Assureira»!

 

Os duendes conversavam comigo e sobre mim continuavam a cair as pétalas das olaias. O chão que pisava começara a transformar-se. Até parecia que um tapente quase rosado fora estendido à minha frente.

Antes tudo era lindo! As minhas pernas eram lindas, o meu coração e pulmões eram lindos e, até as olaias, a que eu não ligava, eram lindas, mas a pressa não me deixava olhá-las com olhos de ver. Hoje continuo por lá. As caminhadas são mais lentas, as belezas são as mesmas mas a atitude é outra. Agora, nos finais de inverno, início de primavera, eu com as olaias e as olaias comigo caminhamos, juntos, sob os auspícios de Apolo.

 

 

Uma das outras olaias em Queluz

 

Hoje recordei-me também que um dia, tive um sonho.

Sonhei que acompanhava Diana numa caçada aos veados. Ao encontrarmos o primeiro veado, Diana levanta o arco e coloca o veado na mira. Eu aproximei-me e com o meu arco toquei o de Diana pedindo-lhe para deixar o veado continuar a comer. O veado que víamos não era um veado mas sim o moleiro de Flora.

Flora não gostava do moleiro e roubava farinha para o incriminar. Chateou-se e transformou o moleiro num veado. 

Enquanto o moleiro (veado) nos contava a sua história, eu observava as belezas presentes e, hoje, recordo-me que as belas árvores floridas eram olaias.

Agora, eu e as olaias conversamos muito e, nas nossas conversas metem-se os meus belos amigos dos bosques - os pica-paus.

 

Apreciar as olaias floridas e ouvir o som dos pica-paus é mais uma das maravilhas que me rodeiam.

 

A olaia (Cercis siliquastrum) dizem que é originária da Judeia, embora ela exista em torno do Mediterrâneo. Dizem também que as suas flores são comestíveis e que foi numa olaia que Judas se enforcou depois de trair Cristo. Estaria essa olaia florida? Se estava terá sido uma boa opção!

 

Cliquem no link do início e fiquem a caminhar entre as olaias.

 


sinto-me: caminhar sobre olais
música: Lady - Kenny Rogers
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publicado por Ventor às 00:14
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009
Primavera de 2009

Hoje, dia 20 de Março de 2009, às 11:44 horas, começa a Primavera com flores de inverno! É o equinócio de Março.

Hoje, gostaria de vos falar dessa minha amiga, uma amiga muito especial mas, retrospectivando todo o meu passado com ela, parece-me que já mais nada tenho para vos dizer sobre a sua beleza e sobre como é sempre bela a sua chegada. Afinal já vos falei tanto dela!

 

 

Tal como esta abelha, a Primavera espreguiça-se nas corolas das flores

 

Porém, ao som do Danúbio Azul, eu acho que ela está aqui mesmo, abraçada ao meu pescoço a coxichar-me ao ouvido, para continuar a dizer-vos que dos 4 manos ela é a única feminina, a mais bela e, por isso, aparece sempre vestida ou, se quisermos, enrolada em belas flores que o seu maninho Inverno deixa para embelezar a sua chegada e, mesmo que eu diga sempre o mesmo sobre ela, ela continua a ser linda como sempre e que aparece no equinócio de Março sempre com o mesmo objectivo. Permanecer ao lado do Ventor e juntos homenagearem Aquele que nos dá tudo. A luz, a vida, o conhecimento, tudo ... e que, sempre continua a velar por todos nós - o nosso amigo Apolo! 

 

 

Ela saltita de pétala em pétala e desafia o Ventor para fazer o mesmo

 

Ao som do Danúbio Azul os dois imaginamos as margens do Danúbio floridas pelo trabalho de sapa que o Inverno fez para enfeitar o Danúbio, não apenas de azul, mas de todas essas cores que tão bem enfeitarão os olhos dos austríacos e todas as gentes que caminham junto de si, até penetrar no Mar Negro. Mas o Inverno tem um fito. Quer que a sua mana, à chegada, disponha de belas flores para poder lançar as suas pétalas sobre o Ventor e com elas, nas palmas das mãos, desafiar o nosso amigo Apolo a aproximar-se mais de nós.

 

 

A Primavera dorme a sesta entre as pétalas e sonha que está a glorificar o mundo

 

A minha amiga Primavera é, de facto, encantadora! Ela tem sido, já há algum tempo, minha companheira de algumas caminhadas. Caminha a meu lado, dá-me o braço, aponta-me as flores, olha de soslaio a beleza de Apolo sempre brilhante, sorri, diz olá a todos nós, põe os pássaros a cantar belas melodias, renova a vida de uns e de outros, canta e dança de pés descalços e manda as cobras saírem para apreciá-la.

 

 

A Primavera também se veste toda de azul na expectativa de ver Apolo girar junto de si

 

Nas margens de "todos os danúbios", a Primavera saltitando aqui e ali, vai olhando sempre encantada todos os trabalhos concluídos ou iniciados pelo seu mano, aquele velhadas que diz ao Ventor tudo fazer para que ela se sinta sempre encantada entre nós.

Não foi por acaso que eu, em tempos, chamei de Flores de Inverno a este Blog. Porém, conclui que se tratava de um título mentiroso, porque ele não era apenas dedicado às flores de inverno, mas às flores de todas as estações do ano e que vão passando de umas estações para as outras. Daí, preferir, posteriormente, chamar-lhes Flores da Vida.

Vocês imaginam a vossa vida sem flores? Sem cores?

Eu, também não!

Olá Primavera!


sinto-me: Levitar com a Primavera
música: Danúbio Azul de Johann Strauss
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publicado por Ventor às 11:44
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Sábado, 7 de Março de 2009
Entre Algés e Belém

Estas foram as flores, entre outras, que embelezaram a minha caminhada de hoje!

Comecei por Algés e fui acabar em Belém.

Pelo caminho, como não podia deixar de ser, partilhei a minha caminhada com estas belezas que o Inverno colocou no meu caminho.

Elas são as minhas Flores de Inverno que me acompanham sempre e me dão vida e, por isso, eu lhes chamei de "Flores da Vida"!

 

 

Flor da Borraggem

 

 

Flor da verbena

 

 

Flor que não assisti ao seu batismo, mas é linda

 

 

Flor das olaias

 

 

Flores das ericas (carrascas)

 

 

Flor da corcuma

 

Eu tenho procurado um livro que me identifique as flores que não conheço, mas como não encontro nada de interessante, nada daquilo que me convém, continuo a caminhar entre elas como entre as pessoas de quem não sei o nome.

 

Encontrar livros que me falam de nomes, cuja cara não vejo, tal como as certidões de nascimento, não me dão nenhum gozo.

Também já encontrei livros que me falam de flores, mas cujo bilhete de identidade apresenta fotografias indecifráveis. Por isso, tenho-me limitado a dizer, falando com elas: "olá, florzinha linda"!


sinto-me:
música: Streets of Philadelphia de Bruce Springsteen

publicado por Ventor às 23:21
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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Flores da vida de 2009

 

 

Caminharmos, em 2009, ao lado de lindas flores é uma esperança mais uma vez renovada. No meu caso elas são mesmo as flores da vida! Por isso achei por bem oferecer-vos algumas. Caminhem comigo por entre as pétalas.


sinto-me: perfumado
música: Flowers are for ever
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publicado por Ventor às 03:09
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
As Flores e o Ventor

As flores são uma beleza, mesmo! 

 

Este ano, as flores têm sorrido menos para mim mas, mesmo assim, é entre elas que me sinto bem. Continuarei a minha caminhada, com a esperança de que os sorrisos de outrora regressem.

Tudo isto agradeço ao meu Quico. Foi por ele que, procurando as suas ervas, voltei a reaprender a olhar as flores.

 

 

 

Reparem bem e verão que elas sorriem!

 

Por isso, espero continuar a trazer ervas para o Quico e continuar a ver as flores sorrirem.


sinto-me: como um Apolo enevoado
música: Si je chante c'est pou toi de Sylvie Vartan
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publicado por Ventor às 10:43
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